WNBA se acerta com atletas, mas teto salarial dos homens ainda é 22 vezes maior
O anúncio foi feito na última madrugada, em Nova York, após longas conversas presenciais, que se estenderam por mais de uma semana.
Segundo as novas regras, haverá um aumento considerável dos salários, e, pela primeira vez, atletas poderão ganhar mais de 1 milhão de dólares por ano.
Brasil fica fora do Mundial feminino de basquete pela 3ª edição consecutiva A WNBA e a associação de jogadoras da liga americana de basquete chegaram a um consenso sobre um novo acordo coletivo de trabalho.
Segundo as regras que entrarão em ação nos próximos meses, haverá um aumento considerável dos salários, e, pela primeira vez, atletas poderão ganhar mais de 1 milhão de dólares por ano (cerca de R$ 5, 2 milhões na cotação atual).
Apesar de a distância para os valores da NBA continuar grande, a mudança é comemorada por quem vive a WNBA.
– De forma inédita, teremos uma divisão de lucros entre liga e atletas, impulsionando o crescimento expressivo do teto salarial, aumentando a remuneração média para meio de milhão de dólares e elevando o padrão em instalações, equipes e pessoal – disse Nneka Ogwumike, ala-pivô do Seattle Storm e presidente da associação de jogadoras da WNBA.
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