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Defesa de tenente-coronel suspeito de matar esposa diz que caso deve ir para a Justiça comum

Por Kevin Ribeiro • 18/03/2026 às 13:34
Defesa de tenente-coronel suspeito de matar esposa diz que caso deve ir para a Justiça comum

A vítima foi encontrada morta no apartamento onde o casal morava em São Paulo, em 18 de fevereiro.

Na manhã desta quarta-feira (18), porém, a prisão preventiva do oficial foi decretada justamente pela Justiça Militar.

Ele foi detido em São José dos Campos, no interior paulista, e indiciado por feminicídio e fraude processual, por supostamente ter adulterado a cena do crime.

Inicialmente, o coronel afirmou que a esposa havia se suicidado após uma discussão, mas a versão foi descartada após a Polícia Civil tratar o caso como morte suspeita e laudos periciais indicarem homicídio.

Veja o momento que tenente-coronel deixa condomínio com policiais no interior de SP A defesa do tenente-coronel Geraldo Neto, suspeito de matar com um tiro na cabeça a esposa, a soldado Gisele Alves, afirmou que a Justiça Militar não tem competência para analisar e julgar o caso, que deve ser encaminhado à Justiça comum.

Na manhã desta quarta-feira (18), porém, a prisão preventiva do oficial foi decretada justamente pela Justiça Militar .

O advogado Eugênio Malavasi, que representa o tenente-coronel, informou que irá suscitar conflito de competência com a Justiça comum.

🔎 No Brasil, a definição sobre qual Justiça julga policiais militares depende da natureza do crime e de quem é a vítima: crimes militares, ligados à função ou contra outros agentes da corporação, ficam na Justiça Militar, enquanto crimes comuns — especialmente co