Fundo da Reag recebeu R$ 1 bilhão de empresas ligadas à lavagem de dinheiro do PCC
De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o fundo é administrado, controlado, gerido, custodiado e distribuído pela Reag , administradora de fundos de investimentos e que é apontada pela Polícia Federal em envolvimentos no esquema de fraudes do Banco Master.
Os dados foram enviados pelo Coaf à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado.
Segundo publicações feitas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Fundo Gold Style tem um ativo de R$ 2 bilhões.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Dentre o que foi repassado à Gold Style, estão R$ 759, 5 milhões feitos pela Aster Petróleo, distribuidora de combustíveis ligada ao PCC.
De acordo com as investigações da operação Carbono Oculto, a distritubuidora era usada na engrenagem do grande esquema de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos em todo o setor de combustíveis de oito estados brasileiros.
O comunicado foi feito pelo Banco do Brasil, em agosto de 2024, antes da deflagração da operação.
Além da Aster, a Gold também recebeu R$ 158 milhões da BK Bank, uma fintech apontada pelas investigações da Polícia Federal como um dos núcleos financeiros usados pelo PCC para lavar dinheiro.
O fundo também recebeu R$ 175 milhões da Inovanti Instituição de Pagamento , fintech apontada em comunicados bancários ao Coaf como uma instituição que movimentou mais de