Voxel Review: Diablo 2 Reign of Warlock é uma promissora direção para o futuro de um clássico Há 41 minutos
Embora o primeiro jogo da franquia tenha sido fundamental ao quebrar paradigmas e apresentar o a RPG isométrico ao mundo, foi Diablo 2, sua sequência, que elevou a saga ao patamar de pilar da indústria.
Passados 25 anos desde sua última expansão, Lord of Destruction, todos fomos pegos de surpresa quando, nas comemorações do aniversário da franquia, foi anunciado que Diablo 2 receberia não apenas uma nova classe adicionada ao universo, o Bruxo (Warlock, em inglês), mas também uma expansão trazendo novos itens e inúmeras melhorias de qualidade de vida.
Resta saber: será que Reign of Warlock corresponde às expectativas de uma legião apaixonada que aguardou mais de duas décadas por novidades?
Embora as melhorias adicionadas em Reign of Warlock sejam tão aguardadas pelos jogadores, é inegável, como o título já sugere, que a grande expectativa gira em torno da nova classe e de suas possibilidades, o Bruxo.
Com poderes oriundos de magia sombria e proibida, o Bruxo é capaz de conjurar feitiços infernais, como fogo e sombras, além de controlar demônios e manipular pedras das almas.
Antes de tudo, é preciso destacar: a nova classe é atualmente a mais forte do jogo, especialmente durante o processo de evolução até os níveis mais altos e a última dificuldade.
Mas não é apenas no início que o poder do Bruxo se sobressai.
Com uma ampla variedade de possíveis builds, que dialogam com estilos de outras classes, o novo personagem agrada a diferentes perfis de jogadores, desde aqueles que preferem exércitos de servos a seu comando, com sua build focada em control