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Iranianos que fugiram do ' inferno' acompanham a guerra no exílio

Por Kevin Ribeiro • 16/03/2026 às 13:27
Iranianos que fugiram do ' inferno' acompanham a guerra no exílio

Ele acompanha à distância os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra seu país.

Sua maior preocupação atual é a segurança de sua família no Irã.

Com o apagão cibernético na República Islâmica, ele diz que depende de um amigo que ocasionalmente consegue se conectar para enviar informações.

Voltar ao Irã já não é uma opção para Sheikhi, que tem o sonho de viajar para a Alemanha e concluir seus estudos de Direito.

Farhad Sheikhi, um curdo iraniano que participou dos protestos contra o governo em 2022.

— Foto: OZAN KOSE / AFP O ativista iraniano Farhad Sheikhi contém as lágrimas ao recordar o som dos tiros e a queda de seus companheiros atingidos pelas balas.

Depois de fugir para o Iraque, ele acompanha à distância os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra seu país.

"Eu vi literalmente o inferno", afirma o curdo iraniano de 34 anos em Suleimaniya, segunda maior cidade do Curdistão iraquiano, enquanto mostra à AFP as fotos que tirou nos protestos de janeiro contra o governo.

As imagens mostram várias pessoas no chão, ao lado de poças de sangue.

Mas sua maior preocupação atual é a segurança de sua família no Irã.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Voltar ao Irã já não é uma opção para Sheikhi, que tem o sonho de viajar para a Alemanha e concluir seus estudos de Direito.