Comércio do Centro do Rio tenta driblar a chuva frequente em março
Em 13 dias do mês, choveu em 10 deles, segundo o sistema Alerta Rio, da prefeitura.
A situação preocupa comerciantes, principalmente os que trabalham em lojas de rua.
Em alguns casos, a queda nas vendas chega a 70% nos dias de chuva.
Estabelecimentos do Rio tentam driblar chuva e manter clientela A sequência de dias chuvosos em março tem afetado o movimento do comércio no Rio de Janeiro.
Um dos locais mais afetados é a Saara — tradicional polo de comércio popular do Centro da cidade.
O nome é a sigla para Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega, mas, quando chove, o movimento lembra um verdadeiro deserto.
A gente fica aqui na frente tentando chamar os clientes, mas o movimento cai muito”, diz o comerciante Vivaldo Camargo.
O presidente do Polo Saara, André Haddad, afirma que a chuva afasta os consumidores e reduz drasticamente o fluxo nas lojas.
Segundo ele, na loja de uniformes que administra, o número de clientes pode cair até 70% em dias chuvosos.
A chuva realmente é um inconveniente porque diminui o fluxo de pessoas na rua”, afirma.
Para tentar compensar as perdas, muitos comerciantes passaram a investir mais nas vendas online e nas entregas por aplicativos.