Peças de armas feitas em impressoras 3 D foram vendidas em plataformas de e-commerce
Segundo a coordenadora do Gaeco do Ministério Público do Rio, Letícia Emile, os investigadores detectaram anúncios e transações envolvendo componentes de armamentos vendidos em sites de comércio eletrônico.
Para o Ministério Público, o uso dessas plataformas amplia o risco de disseminação do armamento.
Polícia Civil faz ação contra venda de armas produzidas por impressoras 3 D A investigação da Operação Shadowgun identificou que armas e peças produzidas com impressoras 3 D foram comercializadas em plataformas de e-commerce usadas no Brasil.
A informação foi confirmada nesta terça-feira (12) pela coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio, Letícia Emile, durante coletiva sobre o caso.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo ela, os investigadores detectaram anúncios e transações envolvendo componentes de armamentos vendidos em sites de comércio eletrônico.
"A utilização dessas armas vem sendo constatada, inclusive pela polícia aqui do nosso estado, em apreensões já realizadas aqui.
) foi que eles comercializavam essas peças e assessórios em plataformas de e-commerce", revelou.
Algumas das armas produzidas em impressoras 3 D — Foto: Reprodução De acordo com a promotora, as investigações identificaram 75 transações envolvendo esses produtos, em diferentes regiões do país.
"Foram detectadas, aproximadamente, 75 transações no Mercado Livre envolvendo a compra e venda dessas peças.
Para além da consultoria, foram identificadas essas compras", reforçou Letícia.