Segundo peritos, há sinais de que ela desmaiou antes do disparo
O caso, que ocorreu em 18 de fevereiro, foi registrado inicialmente como suicídio, mas passou a ser investigado como morte suspeita após a família dela contestar essa versão.
O corpo da PM foi, então, exumado e passou por novos exames no sábado (7) no Instituto Médico-Legal (IML) Central da capital, incluindo uma tomografia.
O laudo necroscópico feito após a exumação do corpo da PM apontou que havia lesões no rosto e no pescoço da vítima.
Segundo peritos, há sinais de que ela desmaiou antes de ser baleada na cabeça e que não apresentou defesa.
Laudo aponta lesão no pescoço da PM morta baleada O laudo necroscópico feito após a exumação do corpo da policial militar Gisele Santana, encontrada morta em casa com um tiro na cabeça, apontou que havia lesões no rosto e no pescoço da vítima.
O documento obtido com exclusividade pela TV Globo diz que essas lesões eram "contundentes" e feitas "por meio de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal" (arranhões que indicam marcas de unhas).
A PM, de 32 anos, foi encontrada morta no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, no Brás, região central de São Paulo .
A defesa dele ainda não se pronunciou sobre o resultado do laudo.
O caso foi registrado inicialmente como suicídio, mas passou a ser investigado como morte suspeita após a família dela contestar essa versão.