EUA não levarão em conta posição do governo brasileiro sobre classificar o PCC como organização terrorista, diz Gakiya
Nos últimos meses, ele participou de encontros com assessores diretos do secretário de estado dos EUA, Marco Rubio.
"Eles queriam conhecer o funcionamento do PCC", disse o promotor.
Gakya investiga a facção criminosa há 20 anos, vive há mais de dez anos sob escolta policial 24 horas por dia por causa das ameaças de morte recorrentes que recebe.
Em 2025, representantes norte-americanos estiveram em Brasília (DF) e São Paulo (SP) para obter informações detalhadas sobre a ameaça do PCC e os impactos da facção não só para o Brasil, mas também internacionalmente.
Nesta semana, Gakiya volta a se reunir com representantes do governo dos EUA para compartilhar informações sobre o crime organizado e a atuação do PCC.
EUA não levarão em conta posição do Brasil sobre classificar o PCC como organização terrorista O promotor de justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MP-SP) Lincoln Gakiya, afirmou em entrevista ao Estúdio I na tarde desta quarta-feira (11) que os Estados Unidos não irão levar em conta a posição do governo brasileiro sobre classificar PCC como organização terrorista.
Nos últimos meses, ele participou de encontros com assessores diretos do secretário de estado dos EUA, Marco Rubio .