PL dos apps de transporte: reunião acaba sem acordo sobre valor mínimo de corridas e entregas
O relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), apresentou a última versão do texto em dezembro, prevendo o valor mínimo de R$8, 50 por entrega e corrida.
“No caso de entregadores, é piso por entrega feita e aí a nossa defesa segue sendo taxa mínima de R$ 10 até 4 quilômetros com 2, 50 por quilômetro adicional e fim das entregas agrupadas”, afirmou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
A entrega agrupada é um mecanismo em que o entregador faz várias viagens, mas não recebe o valor integral da plataforma, porque os destinos são próximos.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para entregadores, o texto formalizado até o momento estabelece o valor de R$ 8, 50 para: até três quilômetros rodados, no caso de coleta e entrega de bens por meio de automóvel ou outro veículo automotor de porte similar; até quatro quilômetros, no caso de coleta e entrega de bens a pé ou por meio de veículo motorizado de duas ou três rodas ou de bicicleta Em relação aos motoristas de aplicativo, a proposta prevê remuneração bruta mínima de R$ 8, 50 para cada serviço em que a distância entre o ponto de embarque do passageiro e o ponto final de destino seja de até dois quilômetros .
Coutinho argumenta que é preciso ter sensibilidade a respeito do valor mínimo, uma vez que o Brasil tem dimensões continentais e muitas diferenças em relação ao custo dos serviços.
“A nossa questão, por nós, a gente quer colocar o máximo de ganho para o trabalhador.