Vice-prefeito de SP vai à polícia e diz ser alvo de campanha para caluniá-lo
Segundo Araújo, as ações estariam relacionadas à apuração de possíveis irregularidades na administração do prefeito Ricardo Nunes ( MDB ) e à exoneração de servidores em diversas pastas.
De acordo com o vice-prefeito, ele recebeu informações de que pessoas, sem mencionar quantas ou quem seriam, teriam sido contratadas para grampear seu celular e abrir uma conta corrente em seu nome no Uruguai.
No relato feito à polícia, o vice-prefeito afirmou que a conta seria usada para receber depósitos em dinheiro relacionados a uma empresa de ônibus.
“A finalidade deles é me desmoralizar, porque o meu trabalho na prefeitura está incomodando algumas pessoas.
Assim como fizeram com o Bolsonaro, preso injustamente por uma narrativa mentirosa, querem me prejudicar”, declarou.
Ricardo Mello Araújo (PL) registrou dois boletins de ocorrência contra o que ele chama de 'campanha difamatória' para tirá-lo da disputa por uma vaga no Senado Federal na eleição de outubro.
— Foto: Reprodução/Redes Sociais O vice-prefeito diz que registrou dois boletins de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo.
Além de relatar a suposta campanha difamatória, ele também afirmou, em outro registro na segunda-feira, que teve um celular furtado na Avenida Paulista durante um ato de protesto contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), realizado no último domingo, dia 1º de março.
O g1 apurou com fontes próximas ao vice-prefeito que ele tem dito que o objetivo da suposta campanha seria tirá-lo da corrida pela indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar uma vaga ao Senado pelo Estado