Colégio Pedro II tem plano contra assédio não implementado
Os grêmios estudantis convocaram um ato para pleitear a efetivação do Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação.
A discussão veio à tona depois do recente caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana.
Dois envolvidos no caso estudam no colégio, um dos mais tradicionais do Rio.
O plano foi aprovado, duas vezes, em 2025, pelo O Conselho Superior (CONSUP) – órgão máximo do Colégio Pedro II, formado por representantes eleitos de professores, servidores, pais, alunos e ex alunos –, mas ainda não foi executado.
Em nota, a reitoria afirmou que 'é dever de toda instituição democrática constituir mecanismos sólidos de combate direto ao assédio em todas as suas formas de manifestação' e que cabe à gestão desenvolver mecanismos para fazê-lo.
'Regret nothing': frase na camisa de réu por estupro coletivo, aluno do Pedro II, expõe cultura misógina Pais, alunos e professores têm cobrado o Colégio Pedro II (CPII) pela implementação de um protocolo de combate ao assédio , que existe desde o ano passado , mas não foi colocado em prática.
Os grêmios estudantis convocaram um ato para esta terça-feira (10) para pleitear a efetivação do Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação .
Dois envolvidos no caso estudam no colégio, um dos mais tradicionais do Rio .
Vitor Hugo Simonin, aluno do CPII, de 18 anos, acusado de estupro coletivo contra adolescente, ao se entregar à polícia — Foto: Reprodução 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O plano foi aprovado, duas vezes, em 2025, pelo Conselho Superior (Consup) – órgão máximo do Colégio Pedro