Suposta ligação entre PCC e Hezbollah é um dos argumentos dos EUA para classificar organização como terrorista
10/03/2026 08 h48 Atualizado 10/03/2026 A suposta ligação do PCC com o grupo libanês Hezbollah é uma das alegações do Departamento de Guerra dos Estados Unidos para classificar a facção paulista, ao lado do Comando Vermelho (CV), como organização terrorista.
O principal defensor dessa tese é Joseph Humire, atual Subsecretário Adjunto de Defesa para o Hemisfério Ocidental.
Em 20 de março de 2018, ainda no primeiro governo Trump, ele ele foi ouvido no Congresso americano e apontou o PCC como uma das organização criminosas da América Latina com "ligações comprovadas" com o grupo libanês.
As outras são Los Zetas, no México, e La Oficina de Envigado, na Colômbia.
Baixe o app do g1, é de graça Humire citou a Tríplice Fronteira do Brasil, Argentina e o Paraguai como "um centro histórico de convergência entre crime e terrorismo na América do Sul".
Ele relatou que 11 indivíduos residentes no Brasil e no Paraguai foram sancionados pelo Departamento do Tesouro dos EUA por fornecerem apoio financeiro ao Hezbollah.
E acrescentou que nove desses indivíduos sancionados abriram pelo menos 18 novas empresas nos dois países após as sanções.
E atuação conjunta das organizações criminosas com grupos terroristas não se limitaria a lavagem de dinheiro, mas também no compartilhamento de áreas de operação, inteligência, táticas e treinamento.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na visão de Humire, a repressão americana não é eficaz no Brasil e em outros países da America Latina e Caribe por conta de "instituições fracas, corrupção elevada e fronteiras porosas presença de crime organizado.
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