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Sao Paulo

Três policiais femininas limparam apartamento em que PM morreu, diz testemunha

Por Kevin Ribeiro • 10/03/2026 às 11:46
Três policiais femininas limparam apartamento em que PM morreu, diz testemunha

O marido dela, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, afirmou à polícia que estava no banho quando ouviu um barulho que pensou ser de uma porta batendo e, ao sair do banheiro, encontrou a esposa caída na sala.

O caso, inicialmente registrado como suicídio, segue sob investigação da Polícia Civil e da Corregedoria da Polícia Militar.

Três policiais mulheres teriam limpado imóvel em que PM morreu com tiro Uma testemunha do condomínio onde a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana morreu com um tiro na cabeça afirmou à Polícia Civil que três policiais mulheres foram ao apartamento do casal , no Brás, região central de São Paulo , limpar o imóvel horas após a ocorrência.

Segundo a testemunha, as agentes chegaram ao prédio às 17 h48 do dia 18 de fevereiro, o mesmo dia da morte , e entraram no local acompanhadas por uma funcionária do edifício.

As policiais que fizeram a limpeza foram identificadas como uma soldado e duas cabos.

Naquele dia, uma vizinha do casal contou à polícia que acordou às 7 h28 depois de ouvir um estampido único e forte vindo do apartamento.

O horário é cerca de meia hora antes da primeira ligação feita pelo marido da vítima, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, ao serviço de emergência.

Na chamada registrada às 7 h57 , ele disse que a esposa havia se matado.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que "todas as circunstâncias relacionadas à morte da Sd.

PM Gisele Alves Santana são apuradas por meio de inquéritos instaurados pela Polícia Civil e pela Corregedoria da Polícia Militar".

Acrescentou ainda que "a instituição não compactua com irregularidades ou desv