Redes Sociais Tinder vai pagar R$ 315 milhões em acordo por cobrar mais caro de usuários mais velhos Há 12 minutos
O Tinder vai pagar US$ 60, 5 milhões (R$ 315 milhões, em conversão direta) para encerrar uma ação coletiva que acusou o aplicativo de cobrar assinaturas mais caras de determinados usuários.
A disputa judicial começou em 2015 na Califórnia, nos Estados Unidos.
O reclamante, Allan Candelore, alegou que o Tinder violou a legislação estadual da Califórnia, nos Estados Unidos, ao cobrar mais caro por assinaturas de usuários com mais de 29 anos .
Segundo a queixa, o aplicativo adotava uma estratégia de precificação que oferecia custo reduzido para usuários mais jovens , enquanto o público mais velho pagava mais caro pelo serviço, mesmo sem qualquer diferença nas funcionalidades disponíveis.
Esse modelo configuraria uma violação à Lei dos Direitos Civis Unruh e à Lei de Concorrência Desleal do estado.
A plataforma negou ter infringido a legislação estadual, mas concordou em pagar US$ 60, 5 milhões para encerrar a ação coletiva .
Com o acordo, mais de 260 mil usuários podem se tornar elegíveis para receber uma compensação financeira.
Para ter direito à compensação, o consumidor deve ter adquirido o Tinder Plus ou o Tinder Gold na Califórnia em algum momento a partir de 2 de março de 2015 enquanto tinha mais de 29 anos.
Assinantes que contrataram o pacote a partir de 2 de março de 2016 tendo mais de 28 anos também podem solicitar a compensação.
Uma audiência judicial para aprovação final do acordo está agendada para 20 de maio no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles.
A tabela de preços dinâmica do Tinder era praticada em outros mercados além da Califórnia .