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Minha Série Crítica: Máquina de Guerra é o filme mais heterossexual da Netflix Há 32 minutos

Por Kevin Ribeiro • 09/03/2026 às 18:57
Minha Série Crítica: Máquina de Guerra é o filme mais heterossexual da Netflix Há 32 minutos

update Atualizado em 09/03/2026, às 15: 20 A Netflix é conhecida por ter um catálogo vasto de produções que vão desde lançamentos independentes até grandes blockbusters estrelados por estrelas do cinema.

Para o fim de semana do dia da mulher, a empresa lançou uma aposta peculiar: Máquina de Guerra , que pode ser considerado um dos filmes mais heterossexuais já produzidos pela empresa.

Enquanto filmes não possuem sexualidade e o longa pode agradar todos os públicos, a produção pressiona teclas que com certeza vão agradar o público masculino – e falo isso por experiência própria.

Dirigido por Patrick Hughes, responsável por Mercenários, o filme coloca Alan Ritchson, o ator do tamanho de um armário conhecido por Reacher, interpretar um militar que luta contra um robô gigante alienígena.

A premissa acaba lembrando bastante os primórdios da franquia Predador, mas o filme tenta dar mais profundidade para a história com o lado militar do seu protagonista.

O resultado é um filme totalmente másculo e que pode ser divertido, apesar de toda a tradicional “propaganda militar” dos Estados Unidos e a superficialidade esperada desse tipo de obra.

Como é possível ver no trailer de Máquina de Guerra, o filme claramente passa uma vibe de “Predador moderno”.

A premissa do longa-metragem traz um engenheiro militar que passou por um grande trauma tentando entrar nos Rangers, uma força de elite do exército dos EUA.

No entanto, uma força alienígena acaba interferindo na última missão de seu batalhão.

O soldado 81, como o personagem de Ritchson é chamado, realiza o teste final no meio da floresta com seus colegas de equipe, isolado de seus comandantes e sem um arsenal para se defender das ameaças da natureza.