Análise: título coroa Palmeiras mais maduro e com margem para mais
Desde que sofreu a maior derrota da era Abel Ferreira, nos 4 a 0 para o Novorizontino, ainda na quarta rodada, o Verdão passou a tratar o Paulistão com outros olhos, e aos poucos o técnico foi encontrando a formação ideal.
+ Siga o ge Palmeiras no Whats App Com a formação composta por Carlos Miguel, Khellven, Murilo, Gustavo Gómez e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira e Mauricio; Allan, Flaco López e Vitor Roque, o Palmeiras se consolidou.
As vitórias começaram a aparecer com naturalidade, e a expectativa do título por parte do torcedor aumentou.
As decepções de 2025, porém, deixavam uma dúvida pairar no ar: será que a equipe iria novamente sucumbir no momento mais importante?
Mais notícias do Palmeiras : + Atuações: veja quem foi bem e quem foi mal na decisão + Confira o que disse Leila Pereira logo após o título Jogadores do Palmeiras levantam taça do Paulistão — Foto: Marcos Ribolli A resposta foi dada nos dois jogos da final, diante do mesmo Novorizontino que fez o Palmeiras rever alguns planos.
Na ida, o Verdão soube administrar o cansaço para segurar a vitória por 1 a 0.
Já no último domingo, teve um gramado encharcado como um de seus principais adversários e conseguiu superar as adversidades.
O gol marcado por Murilo, aos 5 minutos de jogo, deu a sensação de que o título viria sem grandes emoções.
Mas ainda no primeiro tempo, uma das grandes dificuldades desse Palmeiras de início de 2026 apareceu: a dificuldade de administrar jogos quando está à frente do placar.
O Palmeiras passou a ceder espaços para o Novorizontino e abusou dos chutões.