Presos por estupro coletivo estão em celas separadas
A Justiça aceitou a denúncia do MP contra os réus por estupro de menor e cárcere privado, destacando "a violência empregada e a brutalidade dos atos sexuais".
Além de um menor investigado, a polícia apura denúncias de outras duas jovens.
A defesa de João Gabriel Xavier Bertho nega a participação dele na violência sexual.
Polícia busca suspeitos de estupro coletivo de menor em Copacabana — Foto: Reprodução/ TV Globo Os quatro presos no caso de um estupro coletivo de uma menor de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, estão em celas separadas de outros presos na Cadeia José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte da capital fluminense.
Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), eles estão se alimentando normalmente.
João Gabriel Xavier Bertho e Mattheus Verissimo Zoel Martins ingressaram na unidade prisional na última terça-feira (3).
Já Bruno Felipe dos Santos Allegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin foram presos na quarta (4).
A Cadeia José Frederico Marques funciona como porta de entrada do sistema penitenciário do estado do Rio de Janeiro.
Quando o preso ingressa no sistema penitenciário passa por um protocolo inicial de triagem e, geralmente, fica separado da população carcerária em um período de isolamento e avaliação.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Os suspeitos ainda não passaram por audiência de custódia, procedimento que deve ocorrer a partir da tarde desta quinta-feira (5).
Segundo a Seap, eles comeram normalmente a comida oferecida pela unidade carcerária: salada de repolho, almôndegas, cenoura cozida, arroz, feijão, fruta e suco.