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Falso atentado contra prefeito de Taboão: polícia não aponta mandantes

Por Kevin Ribeiro • 06/03/2026 às 09:39
Falso atentado contra prefeito de Taboão: polícia não aponta mandantes

O plano de forjar o atentado saiu do controle, e Aprigio foi atingido por.

Ex-prefeito chora e nega participação em atentado falso contra ele O primeiro inquérito policial havia sido encerrado em fevereiro de 2025, quando a polícia concluiu que o ataque de fuzil ao carro do prefeito tinha sido forjado para sensibilizar a opinião pública e tentar reelegê‑lo — plano que, segundo a investigação, pode ter sido articulado por integrantes do próprio grupo político de Aprigio.

A simulação, porém, saiu do controle: seis disparos de um AK‑47 russo perfuraram a blindagem e atingiram Aprigio no ombro esquerdo, colocando também sua equipe em risco: motorista, secretário e videomaker.

Cinco suspeitos foram apontados pela polícia como intermediários e executores ; dois acabaram presos e três permanecem foragidos.

O episódio viralizou após um vídeo editado que mostra Aprigio sangrando _ gravado pelo videomaker que estava no carro_ ser divulgado à imprensa 30 minutos depois do ataque pela assessoria do prefeito.

Apesar de a polícia ter concluído que o atentado foi forjado e apontado intermediários e executores do plano, o Ministério Público (MP) determinou a abertura de um segundo inquérito para apurar quem mandou atirar.

Político chora e nega envolvimento José Aprigio da Silva, ex-prefeito de Taboão, chora e nega ter participado de falso atentado contra si mesmo durante audiência na Justiça — Foto: Reprodução A nova investigação acabou encerrada em 21 de janeiro deste ano, com a delegacia afirmando ter esgotado todos "os meios investigativos" e que "não foi possível identificar" os autores intelectuais.

Além de Aprigio, seis pessoas foram investigadas por suspeita de envolvimento no plano — t