Falso atentado contra prefeito de Taboão: polícia não aponta mandantes
O plano de forjar o atentado saiu do controle, e Aprigio foi atingido por.
Ex-prefeito chora e nega participação em atentado falso contra ele O primeiro inquérito policial havia sido encerrado em fevereiro de 2025, quando a polícia concluiu que o ataque de fuzil ao carro do prefeito tinha sido forjado para sensibilizar a opinião pública e tentar reelegê‑lo — plano que, segundo a investigação, pode ter sido articulado por integrantes do próprio grupo político de Aprigio.
A simulação, porém, saiu do controle: seis disparos de um AK‑47 russo perfuraram a blindagem e atingiram Aprigio no ombro esquerdo, colocando também sua equipe em risco: motorista, secretário e videomaker.
Cinco suspeitos foram apontados pela polícia como intermediários e executores ; dois acabaram presos e três permanecem foragidos.
O episódio viralizou após um vídeo editado que mostra Aprigio sangrando _ gravado pelo videomaker que estava no carro_ ser divulgado à imprensa 30 minutos depois do ataque pela assessoria do prefeito.
Apesar de a polícia ter concluído que o atentado foi forjado e apontado intermediários e executores do plano, o Ministério Público (MP) determinou a abertura de um segundo inquérito para apurar quem mandou atirar.
Político chora e nega envolvimento José Aprigio da Silva, ex-prefeito de Taboão, chora e nega ter participado de falso atentado contra si mesmo durante audiência na Justiça — Foto: Reprodução A nova investigação acabou encerrada em 21 de janeiro deste ano, com a delegacia afirmando ter esgotado todos "os meios investigativos" e que "não foi possível identificar" os autores intelectuais.
Além de Aprigio, seis pessoas foram investigadas por suspeita de envolvimento no plano — t