Estupro coletivo: o que diz o Tribunal de Justiça do RJ sobre o trâmite do inquérito
O Judiciário afirmou que "atuou com rigor técnico para barrar sucessivos erros de procedimento e tentativas da Polícia Civil de burlar o chamado princípio do Juiz Natural".
A Polícia Civil, por sua vez, declarou que "não possui qualquer ingerência sobre o sistema de distribuição de processos do Tribunal de Justiça, que é totalmente automatizado".
Quatro acusados maiores de idade já tiveram prisões preventivas decretadas.
A defesa de João Gabriel "nega com veemência a ocorrência de estupro".
Polícia procura suspeitos de estupro coletivo em Copacabana O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) emitiu uma nota na manhã desta quinta-feira (5) sobre o trâmite processual no caso do estupro coletivo em Copacabana .
O Judiciário afirma que “ atuou com rigor técnico para barrar sucessivos erros de procedimento e tentativas da Polícia Civil de burlar o chamado princípio do Juiz Natural ”.
“Tais condutas policiais, se acatadas em sede de Plantão Judiciário, dariam margem para a nulidade de todo o processo no futuro.
” Já a Polícia Civil disse, também em nota, que “ não possui qualquer ingerência sobre o sistema de distribuição de processos do Tribunal de Justiça, que é totalmente automatizado ”.
“Os inquéritos policiais são remetidos ao Judiciário e cabe ao próprio sistema do tribunal realizar a devida distribuição e tramitação”, destacou.
Quatro jovens , maiores de idade, tiveram as prisões decretadas pela 1ª Vara Especializada em Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Veca) no último sábado (28).
“Ao contrário de narrativas de omissão, o Judiciário agiu para impedir manobras que poderiam anular o julgamento.