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Caso Rodrigo Marinho Crespo: três acusados pela morte de advogado vão a júri popular no Rio

Por Kevin Ribeiro • 05/03/2026 às 07:42
Caso Rodrigo Marinho Crespo: três acusados pela morte de advogado vão a júri popular no Rio

Rodrigo foi morto a tiros na na Avenida Marechal Câmara, no Centro do Rio, em frente ao escritório de que era sócio.

Leandro Machado da Silva, o "Cara de Pedra': policial militar que, segundo as investigações, providenciou os carros usados no crime.

Se entregou na Delegacia de Homicídios dias após o assassinato.

Cezar Daniel Mondego de Souza, o "Russo", apontado como responsável por monitorar a vítima.

Eduardo Sobreira de Moraes: apontado pela polícia como o responsável por seguir os passos de Rodrigo, dirigindo o carro para Cezar enquanto acompanhavam a movimentação da vítima antes do assassinato.

Os três viraram réus no processo em abril de 2024, quando a denúncia do Ministério Público foi aceita.

De acordo com as investigações, os réus se encontraram antes e depois do crime, inclusive perto do batalhão onde Leandro trabalhava.

As investigações da DH da Capital indicam que os criminosos já estavam atrás de Rodrigo desde o dia 5 de outubro de 2023: anotações com as placas dos veículos de Crespo foram encontradas nos celulares de um dos investigados, no dia em que ele foi a uma festa em Ipanema.

O atirador, que atingiu Rodrigo pelas costas, ainda não foi identificado pelos investigadores.

O Ministério Público sustenta que o homicídio foi motivado por disputa relacionada a jogos de apostas online.

A Promotoria afirma ainda que o crime foi cometido em emboscada e com o uso de arma de fogo de uso restrito, uma pistola calibre 9 mm.