Control Resonant não é um soulslike, ele é muito mais rápido que isso | Primeiras impressões
Primeiro, não jogaríamos mais com Jesse Faden, mas sim com seu irmão, Dylan.
Segundo, não estaríamos mais confinados à arquitetura brutalista da Casa Mais Antiga.
Em vez disso, tentaríamos navegar por uma Manhattan que literalmente se dobrou sobre si mesma, ao estilo de A Origem, como resultado da fuga do Hiss.
E terceiro, Dylan não empunha a incrível Arma de Serviço transformável de Jesse, nem mesmo uma similar.
Em vez disso, ele tem sua própria arma transformável incrível: o Aberrant, um martelo gigantesco que traz o combate para distâncias muito menores do que antes.
A Remedy mostrou um pouco da jogabilidade completa no recente State of Play da Sony, mas desde então tive o prazer de conferir mais detalhes da jogabilidade, além de obter mais informações com o designer de jogabilidade principal e o diretor criativo.
O que me surpreendeu foi o que eu descobri: adorei o primeiro Control, mas os primeiros indícios são de que posso gostar ainda mais de Resonant.
Não é só porque ele é marcadamente diferente e não apenas uma sequência genérica, mas também porque seu combate corpo a corpo pode satisfazer minha vontade de jogar algo no estilo Ninja Gaiden.
"Este não é um jogo no estilo Souls", disse o designer de jogabilidade principal, Sergey Mohov.
"É um jogo de ação frenético, focado na ação e com um estilo de jogo agressivo.
A Remedy está definindo Control Resonant como um RPG de ação, e embora o estúdio tenha confirmado que não haverá muitos equipamentos ou gerenciamento de inventário — "Não é um jogo de sobrevivência, é um jogo de ação", disse o diretor criativo Mikael Kasurinen — a equipe mostrou um pouco da profundidade do sistema.