Delegado aponta menor como ‘mente por trás’ de casos de estupro no Rio
Segundo ele, a polícia representou pela busca e apreensão do menor por entender que ele tinha a confiança das vítimas e já havia mantido relacionamento anterior com duas delas, de 14 e 17 anos.
“A gente representou pela busca e apreensão, até por entender que ele é a mente por trás disso tudo.
Então, a gente entende e entendia, na época que eu representei, que era necessário a apreensão dele”, disse.
📱 Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O Ministério Público do Rio (MPRJ) não viu necessidade de mandar internar o adolescente.
Em manifestação enviada na última segunda-feira (2) à Vara da Infância e da Juventude, o promotor Carlos Marcelo Messenberg, da 1ª Promotoria da Infância e da Juventude Infracional da Capital, pediu que a Justiça negasse o pedido de apreensão desse menor.
Àquela altura, a 1ª Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente já tinha determinado a prisão dos 4 maiores de idade — os mandados foram expedidos no sábado (28).
4º réu do estupro coletivo se entrega no Rio O delegado disse ainda que vai pedir à Justiça a quebra de sigilo telefônico dos réus pelo estupro da adolescente de 17 anos, em Copacabana.
Segundo os investigadores, todos os quatro jovens se entregaram à polícia sem apresentar os celulares.
No sábado (28), quando os suspeitos ainda eram considerados foragidos, agentes estive