Caso Master: Daniel Vorcaro ' ocultou' R$ 2,2 bilhões em conta do pai, disse PF em pedido de prisão do banqueiro
Caso Master: Daniel Vorcaro ' ocultou' R$ 2, 2 bilhões em conta do pai, disse PF em pedido de prisão do banqueiro 04/03/2026 12 h27 Atualizado 04/03/2026 Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi novamente preso após a PF descobrir que ele "ocultou" R$ 2, 2 bilhões em conta do pai, mesmo após soltura.
A PF revelou que Vorcaro liderava uma "milícia privada" que intimidava adversários e autoridades, e ordenou agredir o jornalista Lauro Jardim.
Investigadores apontam que o esquema cooptou servidores de alto escalão do Banco Central, que atuavam como "consultores informais" e recebiam até R$ 1 milhão.
O ministro André Mendonça justificou a prisão citando "organização criminosa", danos bilionários e risco à ordem pública e integridade de vítimas.
Miriam: celulares de Daniel Vorcaro tinham ameaças a adversários, inclusive jornalistas A Polícia Federal (PF) afirmou, no pedido de prisão preventiva apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que o banqueiro Daniel Vorcaro , dono do Banco Master, ocultou mais de R$ 2, 2 bilhões em uma conta bancária em nome do pai, Henrique Moura Vorcaro, mesmo após ter sido solto no fim de 2025.
O pedido foi acolhido pelo ministro André Mendonça, que autorizou nova ordem de prisão no âmbito do caso do Master.
🛫 Segundo o documento, a PF sustenta que o risco de fuga de Vorcaro permanece elevado, citando a existência de “jatos privados” à disposição do investigado e um “extenso patrimônio no exterior, inclusive em paraísos fiscais”.
💵 Os investigadores também afirmam que começam a aparecer sinais de dilapidação desse patrimônio, o que reforçaria a necessidade da prisão.
Ocultação bilionária após liberdade A PF destacou ao STF que, mesmo depois de Vorcaro ter sido colocado em liberdade em 28 de novembro de 2025, a organização criminosa da qual Vorcaro seria o principal articulador continuou a ocultar valores bilionários utilizando nomes de terceiros .
As autoridades relatam que as descobertas só foram possíveis após a Segunda Fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em 14 de janeiro de 2026.