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Segurança F-39 Gripen: Conheça o caça que vai proteger Brasília Há 7 horas

Por Kevin Ribeiro • 04/03/2026 às 07:09
Segurança F-39 Gripen: Conheça o caça que vai proteger Brasília Há 7 horas

Segurança F-39 Gripen: Conheça o caça que vai proteger Brasília Há 7 horas

F-39 Gripen: Conheça o caça que vai proteger Brasília A aeronave supersônica de fabricação sueca realizou a primeira missão de alerta de defesa aérea da capital federal. update Atualizado em 03/03/2026, às 22:05 A Força Aérea Brasileira (FAB) já está usando os caças F-39 Gripen para o patrulhamento do espaço aéreo de Brasília (DF), consolidando a aeronave como sucessora dos antigos modelos F-5. A estreia aconteceu na última semana de fevereiro. "O marco representa a elevação do nível de prontidão e amplia significativamente a capacidade dissuasória do país na região da capital", escreveu a FAB em seu perfil oficial no Instagram. O jato militar opera a partir da Base Aérea de Anápolis (GO), chegando à capital federal em cinco minutos . Fabricado pela companhia sueca SAAB, o novo caça que faz a defesa de Brasília tem sensores avançados, integração de sistemas, armamentos modernos e alta disponibilidade operacional. Usado pela primeira vez em uma missão de alerta de defesa aérea, ele está pronto para emprego em situações reais. Um post compartilhado por Força Aérea Brasileira 🇧🇷 (@fab_oficial) O teste de reabastecimento em voo, ao lado da aeronave KC-390 Millennium , foi uma dessas etapas. O jato passou, ainda, pelo lançamento do míssil de longo alcance Meteor e o primeiro tiro aéreo com canhão em território nacional. No mês passado, foi a vez do teste de disparo de bombas do vetor , igualmente finalizado com sucesso, tornando o Brasil pioneiro na liberação da bomba Mk84 usando o F-39 Gripen. A partir daí, cumpriu todas as fases para iniciar o trabalho. Com planos de modernizar os jatos do sistema de defesa aeroespacial brasileiro desde a década de 1990, a FAB assinou contrato com a SAAB em 2014. O contrato prevê a transferência de tecnologia para a Embraer e outras empresas nacionais. Esse foi um dos fatores que pesaram na decisão, com o Brasil dando preferência à marca sueca em vez das ofertas de companhias dos Estados Unidos e da França, que não incluíam parcerias