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Estupro coletivo contra menores: principais vítimas são meninas adolescentes

Por Kevin Ribeiro • 04/03/2026 às 07:07
Estupro coletivo contra menores: principais vítimas são meninas adolescentes

Estupro coletivo contra menores: principais vítimas são meninas adolescentes

04/03/2026 01h00 Atualizado 04/03/2026 Um estupro coletivo no Rio, envolvendo uma adolescente de 17 anos, chocou o país. Quatro jovens são réus e tiveram mandados de prisão expedidos. Meninas adolescentes, vulneráveis ou com histórico de traumas, são as principais vítimas de estupro coletivo contra menores. A relação entre agressores e vítimas de estupro coletivo contra menores é geralmente próxima, intensificando o trauma. Apenas 7,5% dos casos de estupro são reportados, segundo especialista. No Brasil, 71% dos estupros em 2023 foram contra vulneráveis. O impacto em crianças e adolescentes é devastador. "Os desafios na investigação exigem reformas imediatas nas políticas públicas, educação e justiça", diz psiquiatra. Justiça nega habeas corpus a 3 foragidos por estupro coletivo A denúncia de um caso de estupro coletivo ocorrido na noite de 31 de janeiro contra uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro chocou o país. Quatro jovens são réus por estupro com concurso de pessoas, e a Justiça expediu mandados de prisão contra todos. Segundo a investigação, a vítima foi convidada por um ex-namorado para um encontro amoroso, mas acabou sendo violentada sexualmente por amigos deste jovem. O exame de corpo de delito apontou lesões compatíveis com violência física e escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal. O episódio , que causa indignação na sociedade, evidencia uma das formas mais severas de violência sexual e reacende o debate sobre as políticas de prevenção contra este tipo de agressão. As principais vítimas de estupro coletivo contra menores são meninas adolescentes, vulneráveis socioeconomicamente ou com histórico de traumas, explica o professor de psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC Danilo Baltieri, que já atendeu a mais de mil agressores sexuais em 30 anos. Além disso, a relação entre agressores e vítimas desses casos é geralmente próxima . A subnotificação torna difícil quantificar com precisão a prevalência do estupro coletivo contra