Aliados de Flávio Bolsonaro defendem vice e Economia com mulheres para reduzir rejeição feminina ao bolsonarismo
A estratégia busca sinalizar ao eleitorado feminino e reduzir a rejeição ao bolsonarismo entre mulheres.
Tereza Cristina é apontada como favorita para vice, mas Romeu Zema também é citado por parte do grupo.
Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e aliada de Paulo Guedes, é defendida para a Economia.
Integrantes também discutem nomes como Gustavo Montezano e Adolfo Sachsida para o programa econômico.
A ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina e a presidente da Caixa, Daniella Marques, são cotadas para a vice-presidência e o Ministério da Economia para campanha da família Bolsonaro em 2026.
— Foto: Montagem/Equipe de Artes g1 O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) articula, nos bastidores, com ex-integrantes do governo do pai, a formação de uma chapa com presença feminina na vice-presidência e no comando do ministério da Economia.
A estratégia, segundo integrantes do grupo, é sinalizar ao eleitorado feminino e tentar reduzir a rejeição das mulheres ao bolsonarismo.
Na última rodada da Quaest, 55% dos eleitores disseram rejeitar o nome de Flávio — índice que era de 60% em dezembro, quando ele anunciou a candidatura.
📱 Acesse o canal da Sadi no Whats App Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura do governo Bolsonaro, é apontada como opção preferencial para vice por setores do bolsonarismo.
Parte da articulação, porém, ainda defende o nome do governador Romeu Zema (Novo-MG).
Em janeiro, o governador declarou que não será vice de Flávio e que manterá sua pré-candidatura à Presidência.