CPI do Crime Organizado ouve fundador da Reag nesta terça; depoimento de ex-presidente do BC é incerto
A Reag é investigada por suspeita de lavagem de dinheiro do PCC em fundos, incluindo a Operação Carbono Oculto.
O depoimento do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, é incerto, pois sua convocação virou convite.
Campos Neto foi convidado para esclarecer falhas na supervisão financeira, ligadas a Carbono Oculto e Compliance Zero.
Um braço da Reag foi liquidado pelo BC após suspeitas de fraudes; a empresa também é alvo da Operação Compliance Zero.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado deve ouvir nesta terça-feira (3) o depoimento de João Carlos Falbo Mansur, fundador do grupo Reag.
Ele foi convocado para a oitiva, quando a presença é de caráter obrigatório.
🔎A Reag entrou no radar da Polícia Federal por suspeita de envolvimento em operações de lavagem de dinheiro, incluindo a Operação Carbono Oculto, que apura esquema ligado ao setor de combustíveis com participação do Primeiro Comando da Capita (PCC).
Segundo as investigações, fundos administrados pela empresa teriam sido usados para movimentações atípicas.
As suspeitas levaram o Banco Central, em janeiro deste ano, a decretar a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários , braço que fazia a gestão dos fundos da Reag Investimentos.
Por outro lado, o depoimento do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ainda é incerto ( leia mais abaixo ).
Veja os vídeos que estão em alta no g1 A presença de Campos Neto se tornou facultativa após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) André Mendonça , que transformou, nesta segunda (2), a convocação em convite.