' Devemos nos preparar para o pior', diz Celso Amorim sobre conflito no Oriente Médio
Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável.
Ao ser questionado sobre o que seria "o pior", Amorim mencionou um possível alastramento do conflito na região.
"O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento.
O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais", argumentou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Meses de planejamento e decisão em cima da hora: os bastidores do ataque que matou o líder do Irã, Ali Khamenei Jatos dos EUA são abatidos por engano pelo Kuwait durante combate, diz Washington Quais as consequências da guerra com o Irã para os preços do petróleo e a economia global O embaixador acrescentou que vai falar com o presidente Lula ainda nesta segunda.
Segundo ele, os dois ainda não conversaram direito sobre o assunto.
Segundo interlocutores do Planalto, a diplomacia brasileira ainda vai avaliar como o conflito pode interferir na agenda de Lula com o presidente norte-americano, Donald Trump, neste mês.
Há uma previsão de que a ida de Lula a Washington ocorra de 15 a 17 de março, mas martelo não foi batido ainda.
Nesta sexta (27), Trump, inclusive, disse que "adoraria" receber o brasileiro em Washington.
"Estamos a poucos dias do encontro do presidente com Trump, em Washington.
É sempre difícil encontrar o equilíbrio entre a verdade e a conveniência.