Escola condenada e diretores absolvidos: o mistério da morte em excursão escolar
As autoridades policiais nunca concluíram a investigação e por diversas vezes questionaram se ela realmente foi vítima de um crime.
A jovem desapareceu e foi encontrada morta durante uma excursão escolar em uma fazenda em Itatiba, no interior de São Paulo, em setembro de 2015.
A família de Victoria alega que a investigação do caso teve inúmeras falhas, como demora para a realização de perícias e diversas trocas de equipes.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirma que trabalha rigorosamente para esclarecer o caso.
Mas a pasta não dá detalhes sobre a investigação, que chegou a ser arquivada, foi reaberta no ano passado e tramita sob segredo de Justiça, por se tratar da morte de uma adolescente.
No início deste mês, o caso voltou a ser notícia após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenar a Escola Waldorf Rudolf Steiner, responsável pela excursão na qual a jovem morreu, a pagar indenização de danos morais de R$ 1 milhão ao pai de Victoria.
"Nenhum valor traz minha filha de volta, mas a decisão foi importante porque reconheceu oficialmente a responsabilidade na sucessão grotesca de erros cometidos e a flagrante falha da escola no dever de cuidado.
Não fosse a conduta da instituição naquele contexto, minha filha estaria comigo hoje”, afirma o pai de Victoria, o engenheiro mecânico João Carlos Natalini, ao g1 .
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