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Perícias apontam uso de armas iguais em homicídios ligados à máfia do cigarro e ao bicheiro Adilsinho

Por Kevin Ribeiro • 28/02/2026 às 11:35
Perícias apontam uso de armas iguais em homicídios ligados à máfia do cigarro e ao bicheiro Adilsinho

A Polícia Civil do Rio investiga a possível ligação de pelo menos 20 crimes, como homicídios e sequestros, a um grupo de extermínio de Adilsinho.

A Delegacia de Homicídios da Capital analisou 11 homicídios e uma tentativa de homicídio entre maio de 2022 e outubro de 2025 Exames confirmaram que um mesmo fuzil foi usado em sete crimes diferentes Exames de confrontos balísticos feitos pela Polícia Civil do Rio revelaram que armas utilizadas em diversos homicídios possuem conexão com casos ligados ao jogo do bicho e à máfia dos cigarros ilegais .

A Polícia do Rio investiga se pelo menos 20 crimes estão ligados à atuação de um grupo de extermínio ligado ao contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho.

Entre os crimes, estão homicídios e tentativas de assassinato, além de um sequestro.

Na quinta-feira , Adilsinho foi preso em Cabo Frio, na Região dos Lagos.

Os exames confirmaram que um mesmo fuzil foi utilizado em sete execuções diferentes, entre 2022 e 2023: Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri Alexsandro José da Silva, o Sandrinho , morto junto com Catiri O policial civil João Joel de Araújo Tiago Barbosa O policial penal Bruno Kilier Fernando Marcos Ferreira Ribeiro Cabo da PM Diego dos Santos Santana E a tentativa de assassinato de Luiz Henrique de Souza Waddington , filho de um bicheiro.

40 foi utilizada em dois assassinatos separados por mais de um ano.

Em junho de 2024, Antônio Gaspazianne, dono do bar Parada Obrigatória, em Vila Isabel, foi morto com 20 tiros por dois homens encapuzados.