Coligação, federação e apoio informal: o que são e o que diferencia os tipos de alianças na eleição
A lei eleitoral brasileira prevê dois tipos de acordo formal: coligação e federação.
Em ambos os casos, os partidos somam recursos para financiar campanhas e tempo de propaganda eleitoral.
É possível também que políticos decidam apoiar individualmente candidatos que não estejam no seu partido ou na coligação de que faz parte.
É uma estratégia comum em processos eleitorais, mas podem motivar rachas e até punições caso contrariem alguma regra estabelecida pela legenda.
Eleições 2026: 18 dos 27 governadores não podem tentar reeleição A cerca de sete meses da eleição, as negociações para formação de chapas estão a todo vapor.
No governo, Lula e o PT tentam atrair o apoio de partidos mais ao centro .
Se não em uma coligação, ao menos para que haja neutralidade na disputa presidencial e liberdade na formação de palanques estaduais.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Na oposição, Flávio Bolsonaro e o PL buscam repetir alianças que deram sustentação ao governo de Jair Bolsonaro.
O PP é peça-chave, mas Ciro Nogueira, presidente do partido e ministro da Casa Civil do ex-presidente, reuniu-se com Lula recentemente e pode se aliar ao PT em disputas regionais que considera estratégicas .
O partido se juntou ao União Brasil para criar uma federação que soma a maior bancada da Câmara e mais de 1, 3 mil prefeitos .
Mas esse acordo ainda não tem registro na Justiça Eleitoral.