CPMI do INSS quer concentrar investigações em quebras de sigilo de Lulinha; veja em que estágio está a comissão
A comissão investiga desvios bilionários de aposentadorias do INSS, mas o foco mudou para o filho do presidente Lula.
A base governista contesta a votação, alegando fraude, enquanto documentos não ligam Lulinha financeiramente à fraude.
A CPMI também aprovou a convocação de presidentes de bancos para investigar empréstimos consignados ilegais.
Parlamentares brigam em CPMI do INSS A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS inicou a reunião nesta quinta-feira (26) com uma grande confusão.
O motivo foi a votação de requerimentos, entre eles um autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como "Lulinha" .
A CPMI começou os trabalhos em agosto do ano passado e apura , em paralelo com uma investigação da Polícia Federal (PF), os desvios bilionários de aposentadorias do INSS , descoberto em abril de 2025 pela Controladoria-Geral da União ( CGU ) e a PF.
Desde o começo da CPMI, um dos focos dos parlamentares da oposição que integram a CPMI era o de investigar o irmão do presidente Lula, Frei Chico, que é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) , uma das entidades envolvidas no escândalo do INSS.
Até o momento, a comissão conseguiu ouvir pessoas e apurar informações dos principais núcleos que desviaram dinheiro, mas os depoimentos e documentos recebidos ainda não trouxeram grandes novidades nas investigações além do que a PF apurou até o momento.
Mas, ao longo das investigações, o foco dos parlamentares passou a ser Lulinha, filho mais velho do presidente Lula.
"A única coisa que eu ouvia aqui era para a investigação não chegar no irmão do presidente Lula, Frei Chico.