Procuração aponta possível ' sociedade oculta' entre empresária e ex-secretário-adjunto em contratos da SP Turis
O g1 e a TV Globo tiveram acesso ao documento que motivou a demissão de Marinho e do presidente da SPTuris, Gustavo Pires, e ele mostra que Rodolfo Marinho, mesmo sendo secretário-adjunto do Turismo tinha poder para abrir contas, contratar e demitir funcionários e até gerir o dinheiro da empresa que tinha contratos milionários com a SPTuris.
, Rodolfo Marinho era sócio de Nathalia Carolina da Silva Souza em uma empresa de consultoria política até poucos dias antes de ele assumir o cargo da Secretaria Municipal de Turismo da gestão Ricardo Nunes ( MDB ), em 2022.
A procuração da empresária Natália ao agora ex-secretário-adjunto do Turismo, Rodolfo Marinho da Silva.
— Foto: Reprodução Poucos dias antes da nomeação do ex-sócio, Nathalia abriu a empresa MM Quarter Produções como sócia única.
A empresa começou a ganhar contratos milionários com a SPTuris durante a gestão de Rodolfo Marinho na Secretaria Municipal de Turismo.
Foram ao menos 24 contratos assinados com a empresa, que somam mais de R$ 239 milhões.
Na semana passada, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) determinou uma investigação da CGM nos contratos da Quarter e o órgão descobriu uma procuração registrada no 36° Cartório da Vila Maria onde Nathalia concedia amplos poderes de gestão da empresa dela para o agora ex-secretário-adjunto.
O controlador-geral do Município de São Paulo – Daniel Falcão – e o agora ex-secret