Minha Série Crítica: Pânico 7 é um picolé de chuchu, mas não a ponto de impedir um oitavo Há 9 minutos
Mesmo que gosto seja pessoal, acho muito pretensioso esperar que algo que muitas pessoas gostam seja terrível.
Falando de Pânico , essa crença mais uma vez se provou verdadeira.
Pânico 7 acaba de sair nos cinemas, mas o filme já era muito antecipado.
Em meio à polêmicas, com a atriz principal de Pânico 6, Melissa Barrera, demitida por seu posicionamento político, seguido da saída de Jenna Ortega em apoio à Barrera, e a volta da famosa “final girl”, Neve Campbell, não se sabia muito bem como a sequência seria executada e até mesmo recebida.
Para uma pessoa que não é tão fã de terror e acabou não esbarrando nos 6 filmes prévios, Pânico 7 me fez entender o apelo e o sucesso que começou lá em 1996, antes mesmo de eu nascer.
A antecipação para saber quem vai ser a próxima vítima, os sustos programados quando a gente já sabe que Ghostface está ali e a busca pela motivação, tudo isso atrai muito.
Realmente, por mais que seja uma fórmula já conhecida, mesmo em Pânico 7, ela é executada com maestria.
Outro ponto interessante é a escolha de atores conhecidos o suficiente para te provocar conforto, mas não para te fazer sofrer tanto pelas mortes, assim você segue em frente rapidamente para a próxima semana.
A constante menção aos filmes passados faz com que o roteiro muitas vezes se apoie nessa nostalgia ao invés de focar em sua narrativa própria.
Dá a impressão de ser um mecanismo barato para confundir, e de certa maneira até subestimar, os fãs das histórias anteriores.
Considerando o bom nível de aprovação do sexto filme, lançado