Modelo brasileira escapou de recrutador de Epstein por causa da mãe: ' Estava no meio do furacão'
Em 2004, quando a gaúcha tinha 16 anos e dava os primeiros passos para tentar a carreira na moda, ela foi convidada a participar de um concurso de modelos no Equador.
A competição oferecia um prêmio de US$ 300 mil e a promessa de contratos internacionais.
Para convencer Bárbara, o criador do concurso, o francês Jean-Luc Brunel, decidiu fazer ele mesmo uma visita à casa da família no interior do Rio Grande do Sul.
Foi assim que Brunel, o agente de modelos que anos depois seria acusado de ser um aliciador de meninas ligado ao criminoso sexual Jeffrey Epstein, passou uma tarde na cidade de Santa Rosa, a cerca de 500 km de Porto Alegre.
Brunel, próximo a Epstein ao menos desde os anos 1980, seria ele mesmo acusado de estuprar e assediar mulheres e preso na França em 2020.
Naquele 2004, o francês conseguiu convencer a família de Gláucia e ela embarcou com a equipe dele para participar do concurso de modelos.
Cerca de 50 jovens de diferentes países desfilaram em Guayaquil, no litoral do Equador, no Models New Generation.
O jornal equatoriano El Universo publicou fotos do evento, afirmou que as aspirantes tinham entre 15 e 19 anos e que o concurso havia coroado como vencedora a brasileira Aline Weber, então com 15 anos e hoje modelo com carreira internacional.
Vetada pela mãe, Gláucia Fekete acabou rejeitando o convite de Brunel para viajar com ele aos EUA.
"Aí eu voltei braba com a minha mãe, porque ela não me deixou ir para Nov