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' O mais sanguinário do jogo do bicho', diz superintendente da PF sobre prisão no bicheiro Adilsinho

Por Kevin Ribeiro • 26/02/2026 às 15:28
' O mais sanguinário do jogo do bicho', diz superintendente da PF sobre prisão no bicheiro Adilsinho

Segundo o superintendente regional da Polícia Federal, Fábio Galvão, foram três tentativas até conseguirem prender o bicheiro, considerado pela polícia como "o mais sanguinário do jogo do bicho".

terceiro, terceira tentativa de prisão, que é muito dificultado pela proteção, sobretudo de policiais, que goza principalmente a máfia do jogo do bicho.

E hoje a gente conseguiu prender o mais sanguinário dos capos do jogo do bicho.

Então foi um presente para a sociedade fluminense a prisão, um baque para a máfia do jogo do bicho", destacou Fábio.

O superintendente falou também da força conjunta para o sucesso da operação .

"A gente já havia estourado três fábricas clandestinas de cigarro, que é um dos meios de dinheiro principal do bicheiro, fora as máquinas caça-níqueis e a exploração do jogo de lixo".

O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, destacou ainda que Adilsinho é investigado por uma série de homicídios.

"Importante ressaltar que esse marginal é responsável por dezenas de homicídios investigados, homicídios de rivais, de pessoas de desafetos, de contraventores, de integrantes da máfia do cigarro e também de alguns policiais", disse Curi.

A prisão foi feita em Cabo Frio, na Região dos Lagos fluminense, pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/RJ) — composta por agentes da Polícia Federal (PF) e da Polícia Civil do RJ, com apoio do Ministério Público Federal (MPF).

Um monitoramento por drones confirmou onde o contraventor estava.

Adilsinho faz parte da cúpula do jogo do bicho no Rio e controla áreas da Zona Sul, Centro e Zona Norte da capital