Pânico 7 entrega nostalgia, mas tem revelação de Ghostface mais fraca da saga
Pode parecer uma pergunta simples, mas foi ela que deu início a uma das sagas mais icônicas do cinema de terror.
Desafiando as convenções do gênero e brincando com a metalinguagem, Pânico não apenas revolucionou o cenário slasher em 1996, mas também garantiu sua própria franquia brutal e sangrenta que já conta com sete volumes — o último deles, mais frenético do que nunca, acaba de chegar aos cinemas.
É sempre um prazer rever Sidney Prescott (Neve Campbell) e Gale Weathers (Courteney Cox) — mesmo que isso signifique novas ameaças para a dupla —, e, em Pânico 7 , a nostalgia está mais em foco do que nunca.
Mas, para o azar das final girls, o filme também traz uma dupla de Ghostfaces ainda mais sádicos e brutais, com algumas das mortes mais sangrentas e criativas da franquia.
É uma pena que, quando as máscaras caem, a revelação final seja decepcionante.
No sétimo filme da franquia, Sidney está, novamente, no centro da história .
Longe de Woodsboro, a final girl leva uma vida tranquila na cidadezinha de Pine Grove ao lado do marido, o delegado Mark Evans (Joel Mc Hale), e das três filhas.
Mas é óbvio que tanto sangue e traições deixaram uma marca profunda: Sid se tornou uma mãe superprotetora, e a relutância em falar sobre seu passado é motivo de atrito entre ela e sua filha mais velha, Tatum (Isabel May) — nomeada em homenagem à amiga de Sid brutalmente assassinada no primeiro filme da saga.
Mas se tem algo que os fãs de Pânico já sabem muito bem é que, quando se trata de Sidney Prescott, todo momento de paz dura pouco.
Um novo assassino mascarado surge — e Tatum é seu grande alvo.
Para salvar a filha, Sid precisa enfrentar os terríveis fantasmas de seu passado.