Chefe foragido do CV escolhia alvos e planejava roubos: ‘Quer um trampo melhor que esse? Dólar, euro, anel de diamante’
Dólar, euro, anel de diamante’ Por Felipe Freire , Jefferson Monteiro, RJ1 25/02/2026 12 h56 Atualizado 25/02/2026 A Polícia Civil deflagrou uma operação para prender 16 integrantes de uma quadrilha do Comando Vermelho especializada em roubos de luxo.
Augusto Leopoldo Vargas, braço direito do chefe foragido Dudu e especialista em explosão de cofres, foi preso em Joinville.
A quadrilha movimentou R$ 30 milhões em cinco anos, utilizando contas de pessoas físicas e jurídicas para lavagem de dinheiro.
Um policial militar do 19º BPM, já encarcerado, é investigado por dar apoio e escolta aos criminosos durante as ações.
Polícia mira grupo do CV que explodia caixas eletrônicos e roubava mansões O homem apontado como chefe do grupo do Comando Vermelho (CV) especializado em explodir cofres e em roubar casas de luxo já é considerado foragido.
Eduardo Lima Franco , o Dudu , foi um dos 16 procurados nesta quarta-feira (25), em uma operação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) no Rio de Janeiro e em Santa Catarina.
Até a última atualização desta reportagem, os agentes tinham prendido 7 alvos .
Um deles é considerado braço direito de Dudu: Augusto Leopoldo Vargas , apontado como especialista em abertura de cofres com o uso de maçaricos .
Segundo as investigações, Dudu selecionava as vítimas, financiava a logística e dividia os lucros.
Os narcotraficantes do Rio forneciam veículos roubados para fuga, ferramentas para as explosões e locais para abrigo e ocultação.
Dudu também custeou a vinda de Vargas e comparsas de Santa Catarina para o Rio a fim de executar roubos.