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CT modelo e celeiro de craques: como clube superou crise na China e virou autossuficiente

Por Kevin Ribeiro • 25/02/2026 às 18:54
CT modelo e celeiro de craques: como clube superou crise na China e virou autossuficiente

O Desportivo Brasil, time da terceira divisão do Campeonato Paulista, colhe até hoje os frutos da ótima infraestrutura.

O clube de Porto Feliz, cidade a 120 quilômetros de São Paulo, é um dos principais formadores de talentos do país.

Desde 2020, o DB faturou mais de R$ 120 milhões com vendas de jogadores como Bremer (Juventus), Éderson (Atalanta e ex-Corinthians), Diego Carlos (Aston Villa), Kevin (Fulham e ex-Palmeiras), Rodrigo Muniz (Fulham e ex-Flamengo) e Maurício (Palmeiras).

Porém, diferentemente do Mirassol, o Desportivo não direciona os lucros para o seu time profissional.

O foco é manter ativa a mina de ouro para revelar os craques do futuro.

CT do Desportivo Brasil, em Porto Feliz — Foto: Divulgação Conhecido como Dragão Chinês, o Desportivo Brasil é um clube-empresa que pertence ao Shandong Taishan, da China.

De 2014 a 2022, o DB foi controlado pela empresa Luneng, que dava o nome ao time chinês (Shandong Luneng, na época).

Desde 2023, o clube de Porto Feliz passou a ficar no guarda-chuva da Secretaria de Cultura e Turismo de Jinan, que administra o Shandong.

Durante os primeiros anos, o projeto do Desportivo era quase que 100% custeado pelos chineses.

A China, porém, diminuiu o volume de investimentos ao futebol , já que o esporte teve um desenvolvimento bastante tímido por lá.

Craques brasileiros, como Paulinho, Hulk, Renato Augusto e Oscar, chegaram a atuar no futebol chinês, no auge dos investimentos do país asiático.