Banheiros sujos, gradis e menos furtos de celular: o que deu certo e errado
— Foto: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO Como resumir o carnaval de rua 2026 de São Paulo , vendido como "o maior carnaval do Brasil" pelo prefeito Ricardo Nunes?
Blocos gradeados, superlotação, falta de banheiros químicos, mais segurança, policiais fantasiados e grandes atrações musicais.
Cerca de 16, 5 milhões de pessoas participaram dos oito dias de folia, com 627 blocos espalhados pela cidade — que vão desde os mega com Ivete Sangalo, Pabllo Vittar e Pedro Sampaio até os pequenos de bairro, segundo estimativa da prefeitura.
Na percepção dos foliões, o carnaval deste ano foi mais seguro , reflexo disso aparece nos números: houve queda de 16% no número de roubo e furto de celulares .
Como no ano passado, o policiamento também foi reforçado por agentes à paisana e fantasiados.
Não é possível dizer o mesmo sobre a organização do carnaval de rua, que sofreu corte de R$ 12 milhões da prefeitura.
O evento foi marcado pela superlotação e tumulto, em especial no bloco do DJ Calvin Harris, e redução do número de banheiros químicos.
O g1 reuniu as reclamações e os elogios de foliões, representantes de blocos e da própria equipe de reportagem para mostrar o que deu certo e o que deu errado no carnaval de rua em 2026.
Veja abaixo: Redução de furtos de celulares Grandes atrações Movimentação bilionária no turismo Banheiros insuficientes e sujos Corte de orçamento Blocos gradeados Valor do fomento baixo Excesso de ambulantes Truculência policial Policiais fantasiados de Minions prendem suspeitos de furto em bloco de SP A capital registrou 2.
088 casos de roubo e furto de celulares entre os dias 13 e 17 de fevereiro, período do carnaval , segundo balanço da Secretaria da Segurança Pública (SSP).
O número representa uma média de 17 aparelhos levados por hora.