Review Resident Evil 9 é o jogo definitivo da série; veja a crítica
Suas três campanhas, supostamente, reuniam os três pilares diferentes da saga até ali: terror ( Resident Evil e Resident Evil 2 ); perseguição ( Resident Evil 3 ) e ação ( Resident Evil 4 e Resident Evil 5 ).
O resultado, porém, foi um trabalho Frankenstein que desabava num jogo de ação bizarro, no qual monstros gigantes e reviravoltas inexplicáveis serviam de costura nesse corpo morto-vivo.
Agora, para celebrar os 30 anos da franquia, Resident Evil Requiem , o nono capítulo principal da série, sai com uma missão parecida.
Dividido em dois protagonistas – a novata medrosa Grace Ashcroft e o veterano Leon S.
Kennedy – para alternar entre terror e ação, Requiem também quer abordar o que Resident Evil foi e ainda é ao longo das três décadas de sua existência.
Seus aprendizados, porém, vêm dos tempos mais recentes, quando os remakes de clássicos e a duologia em primeira pessoa de Resident Evil 7 e Village não só revitalizaram toda a marca, como apresentaram um caminho claro para o futuro de um dos nomes mais icônicos da história dos videogames.
Requiem é o fruto de 10 anos de vitórias de Resident Evil ; seja em sua tecnologia, gameplay e (até certo ponto) narrativa, ele é o Resident Evil 6 que deu certo.
A história da vez começa quando Grace e Leon buscam respostas sobre uma série de assassinatos misteriosos.
Ela os investiga porque uma conexão com sua família surgiu (sua mãe é Alyssa Ashcroft, de Resident Evil: Outbreak ) e ele porque há alguma ligação entre essas mortes e o uso de armas biológicas.
Eventualmente, os dois são levados a um centro de pesquisas infestado de zumbis, criaturas monstruosas e quebra-cabeças que te rendem chaves cristalizadas e coisas semelhantes.
Em outras palavras, o típico cenário de Resident Evil (inclusive em sua geografia, com áreas de leste e oeste divididas por um espaço-seguro central).