PGR pede condenação de acusados de mandar matar Marielle e Anderson Gomes
Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do RJ; João Francisco Inácio Brazão, deputado cassado; Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ; Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar; Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão.
STF começa a julgar acusados de mandar matar Marielle Franco O vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand, defendeu que há provas suficientes contra os réus, que indicam a participação direta nos crimes.
Em sua exposição, a PGR argumentou que os irmãos Brazão comandavam uma organização criminosa que se caracterizava pela ocupação de terras, com “marcas claras de atividades de grilagem”.
A acusação diz que Marielle realizou reuniões em áreas da zona oeste do Rio de Janeiro de domínio da organização criminosa e era vista como um risco aos negócios dos irmãos.
“Fartos dos confrontos com Psol e com Marielle, os irmão Brazão decidiram pelo homicídio de Marielle Franco.
Com a intensificação de Marielle em áreas de milícias, a vereadora se tornou o alvo alternativo da organização criminosa”, afirmou a Procuradoria, que sustentou que o ex-deputado e atual presidente da Embratur, Marcelo Freixo (Psol-RJ), era o alvo preferencial dos milicianos.
Chateaubriand ressaltou que a versão apresentada pelo delator