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Caso Marielle: Moraes diz

Por Kevin Ribeiro • 24/02/2026 às 13:16
Caso Marielle: Moraes diz

Por Márcio Falcão , Luiz Felipe Barbiéri , Fábio Amato , Ana Flávia Castro , Mariana Laboissière , TV Globo e g1 — Brasília 24/02/2026 09h43 Atualizado 24/02/2026 STF começa a julgar acusados de mandar matar Marielle Franco A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal ( STF ) começou a julgar, na terça-feira (24), o processo penal contra os acusados de mandar matar a vereadora Marielle Franco. O crime em 2018 também resultou na morte do motorista Anderson Gomes. ➡️O ministro Flávio Dino preside a sessão na Primeira Turma. Ao abrir o julgamento, Dino descreveu o funcionamento do rito de julgamento. Na sequência, o relator Alexandre de Moraes apresentou o relatório, um resumo com os principais andamentos do caso. O assassinato completa oito anos em março, e esta é a primeira vez que os acusados de planejar e ordenar o ataque enfrentam julgamento no Supremo — a mais alta Corte do país (veja abaixo quem são os acusados). Primeira Turma do STF decide se abre ação penal contra acusados do caso Marielle — Foto: Andressa Anholete/SCO/STF O julgamento ocorre no Plenário da Primeira Turma, na sede do Supremo, em Brasília. Votam no caso os ministros integrantes do colegiado: Flávio Dino, Cármen Lúcia , Alexandre de Moraes (relator) e Cristiano Zanin . Familiares de Marielle e Anderson e a sobrevivente do crime, Fernanda Chaves — ex-assessora da vereadora —acompanham a sessão. Assim como parlamentares e outras autoridades. O julgamento começa com a apresentação do relatório do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Ele apresentará um resumo com os principais andamentos do caso. Em seguida, será a vez da acusação fazer sua exposição dos fatos. Pelas regras internas, o prazo é de uma hora, mas pode ser alterado pelo presidente da Turma. Na sequência, as defesas terão uma hora para apresentar seus argumentos, mas este prazo também pode ser modificado pelo comando do colegiado. Só após esta etapa os ministros começam a apresentar seus votos. Domingos Brazão, conselheiro do