Games Last Flag tem carisma para encontrar espaço em gênero saturado3 min de leitura Breno Deolindo
Highguard , que é gratuito e traz uma ideia bastante original, já foi declarado como um fracasso antes até de ser lançado, e é contra essas expectativas que Last Flag , jogo de estreia da Night Street Games , chega ao mercado.
O título tem passado por uma série de testes nos últimos meses para extrair o máximo possível de uma premissa complexa, mas bastante divertida.
O Omelete pôde participar de um destes, e o carisma da gameplay é inegável — mas também há algum espaço para melhorias em aspectos essenciais a qualquer jogo de tiro.
A ideia inicial é simples, mas vai ficando complicada conforme se aprende sobre o game.
Os irmãos Dan e Mac Reynolds , também conhecidos como vocalista e manager da banda Imagine Dragons , perceberam que nunca houve um jogo de “Capture the Flag” que tivesse dinâmicas similares ao do pique-bandeira da vida real, e resolveram aplicar essa ideia no seu próprio projeto.
Em cada partida, ambas equipes posicionam sua bandeira em qualquer ponto de seu lado do mapa.
Passada a fase de preparação, as barreiras caem e a trocação começa: ambos times brigam pelo domínio da área central do cenário, dividida em três torres de comando.
Ao dominar uma torre, ela se torna uma estação de cura e uma forma mais rápida de se chegar à área de ação ao sair de sua base.
O mais importante, entretanto, é a localização da bandeira: quanto mais torres conquistadas, mais rápido os quadrantes do mapa adversário vão sendo excluídos — deixando sua vida mais fácil para encontrar o artefato.
Uma vez que a bandeira foi capturada, é necessário plantá-la em sua base e defendê-la por 70 segundos.
Caso o time adversário consiga recuperá-la, ela volta para a posição original e o ciclo se reinicia; se a defesa for bem sucedida, a partida é encerrada.