Kratos de volta! God of War Sons of Sparta é bom? Veja nosso Review
Veja nosso Review A ordem dos anúncios no último State of Play foi no mínimo questionável, mas ainda é muito legal ter um novo God of War para jogar.
Sons of Sparta dá um olhar novo para a franquia, abordando um período da história de Kratos que é raramente retratado, e colocando-o em um gênero totalmente diferente do que nos acostumamos para o protagonista.
O resultado é coerente com os riscos tomados, trazendo momentos de brilho e outros nada inspirados.
O game começa com Kratos contando uma história para sua filha Calíope, castigada depois de ignorar suas tarefas.
Buscando ensiná-la sobre o significado de dever, ele volta para sua adolescência como um promissor recruta espartano — que precisa não só se mostrar um soldado exemplar, mas também manter um olho no irmão mais novo, Deimos.
As primeiras aventuras são realizadas sem muito mais contexto do que isso, o que talvez denuncie um dos problemas do game: demora-se um tempo para perceber qual é o objetivo final da campanha.
Por aqui, a reação foi “ Ah, então a história vai realmente ser sobre isso aqui ”.
Há alguns em que o jogador sequer sabe para onde está indo, sem um mísero indicador de objetivo.
Dentro do gênero metroidvania, Hollow Knight e Silksong dão liberdade quase absoluta para exploração, causando questionamentos constantes se é realmente para lá que temos de ir.
Em Sons of Sparta , entretanto, o estranhamento vem porque existe uma sequência de missões a serem cumpridas, mas o lugar para onde elas te levarão é um pouco nebuloso.
Vale o parêntese, inclusive, do que é um metroidvania: o nome vem dos antigos Metroid e Castlevania , que misturavam aventura em 2 D com mapas extensos, onde normalmente alguns ambientes só serão acessíveis depois de seguir na história e liberar novas habilidades.
Neste tipo de jogo, é normal ter que voltar para algum cenário já visitado para encontrar alguma novidade.