Bastidores: pressão interna faz Pedrinho ceder, e Diniz é pego de surpresa com demissão no Vasco
Entenda O discurso interno no clube até o clássico era de que o treinador tinha respaldo.
O presidente e o diretor de futebol Admar Lopes reconheciam que havia defeitos no trabalho, mas que era necessário ter paciência.
Fã declarado de Diniz, o dirigente acreditava que o trabalho precisava de mais tempo com todos os reforços disponíveis para poder desenvolver o time ao máximo.
Vasco 0 x 1 Fluminense | Melhores momentos | Semifinal | Campeonato Carioca 2026 A pressão de pessoas próximas da diretoria e conselheiros do Vasco contra o trabalho de Diniz foi aumentando dia após dia.
Uma ala da cúpula vascaína era abertamente a favor da demissão há semanas .
A principal reclamação, claro, era pelos resultados ruins nesse começo de ano — o time tem três vitórias em 11 jogos em 2026 —, mas principalmente pelo desempenho dentro de campo.
O jogo contra o Fluminense, com o Vasco fazendo pouco atuando com um jogador a mais desde os 18 minutos do segundo tempo, foi a gota d'água.
Grande parte da cúpula vascaína, que já não estava gostando do trabalho de Diniz, elevou a pressão a um nível insustentável.
Pedrinho, mesmo com o nível de admiração, deu o braço a torcer e concordou.
Vasco de Diniz perde terceiro nome de meio e ataque em três meses — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF A decisão foi comunicada no próprio vestiário.
A conversa entre Pedrinho, Admar Lopes e Diniz aconteceu logo poucos minutos depois do clássico.