Mulher de instrutor de asa-delta morto em acidente viu a queda: ‘Foi muito triste, ele amava isso de paixão’
A esposa do instrutor, Liliana Almeida, que o acompanhava no trabalho, declarou: “Eu vi a situação toda acontecer, foi muito triste”.
O Clube São Conrado de Voo Livre informou que o equipamento e a aeronave estavam com as vistorias em dia.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não regulamenta a segurança de esportes radicais, permitindo apenas instrução remunerada.
Parentes e amigos se despedem de piloto de asa-delta morto em acidente A mulher do instrutor de voo livre Rodolfo Pascoal Ladeira , que morreu na queda de uma asa-delta com uma passageira norte-americana no mar de São Conrado , na Zona Sul do Rio de Janeiro , afirmou que presenciou o acidente na manhã de sábado (21).
O velório ocorreu neste domingo (22) , na capela do Crematório da Penitência, no Caju.
“Eu estava com ele, trabalhando junto com ele, porque eu ajudava.
Eu estava com ele no momento, eu vi a situação toda acontecer , foi muito triste”, disse Liliana Almeida , casada com o instrutor havia 24 anos.
Quando ele não estava voando de lazer, ele estava voando trabalhando.
A filha do instrutor, Giovanna Almeida , falou sobre a presença de pessoas próximas.
” Rodolfo Pascoal Ladeira e Jenny Cólon Rodriguez — Foto: Reprodução Rodolfo tinha 16 anos de experiência na atividade.
Segundo a Confederação Brasileira de Voo Livre, ele acumulava mais de 350 decolagens em 50 pistas diferentes com parapente e também tinha licença para voo de asa-delta.