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Eleições 2026: entenda o que é desincompatibilização, que mudará governo nas próximas semanas

Por Kevin Ribeiro • 21/02/2026 às 13:43
Eleições 2026: entenda o que é desincompatibilização, que mudará governo nas próximas semanas

A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), já anunciou que deve deixar o cargo até 30 de março para disputar as eleições.

Além dela, outros ministros do governo Lula podem sair dos cargos, de olho na disputa de outubro .

O movimento no primeiro escalão do governo está ligado a um mecanismo previsto na lei eleitoral, a chamada desincompatibilização.

O g1 explica como funciona o mecanismo, que deve alterar a configuração da Esplanada nos próximos meses e pode afetar também governos estaduais.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na desincompatibilização, algumas autoridades que pretendem concorrer a cargos eletivos em outubro devem se afastar, de forma temporária ou definitiva, do cargo ou função que ocupam.

🔎 Os prazos variam três a seis meses, dependendo da função atual de quem deseja disputar um mandato.

O afastamento da atuação no Poder Público é uma forma de evitar abuso de poder econômico ou político nas eleições, o que pode desequilibrar a disputa.

Ou seja, a intenção é evitar que o agente público tire vantagem do cargo que ocupa e utilize a máquina pública em benefício próprio.

Quem não deixa o cargo na época correta pode ser considerado inelegível.

Ministra Simone Tebet já anunciou que deve deixar o governo para disputar as eleições de outubro — Foto: Diogo Zacarias/MF Os primeiros prazos começam a valer em abril, seis meses antes das eleições, marcadas para 4 de outubro (1º turno) e 25 de outubro (2º turno).

Ministros de Estado devem deixar os cargos seis meses antes da votação para concorrer a presidente, governador, senador, deputado federal ou estadual.