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Superlotação e excesso de ambulantes dificultam desfiles no carnaval de rua; blocos cobram mais planejamento

Por Kevin Ribeiro • 20/02/2026 às 22:36
Superlotação e excesso de ambulantes dificultam desfiles no carnaval de rua; blocos cobram mais planejamento

A coordenadora do Muca, Maria de Lourdes, ressaltou que o excesso de ambulantes dificultou a circulação, apesar de serem "o garçom da festa".

O crescimento de blocos não oficiais, como o Boi Tolo, sem autorização prévia, contribuiu para a desorganização e a falta de estrutura adequada.

Músicos tentam deixar Santa Teresa depois de interromperem cortejo do Carmelitas — Foto: Reprodução O do carnaval de rua do Rio em 2026 foi marcado por blocos superlotados, desfiles interrompidos e dificuldades de circulação provocadas pelo grande número de ambulantes, autorizados ou não, espalhados pelas ruas.

Organizadores e representantes da categoria cobram mais planejamento da prefeitura para os próximos anos.

📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Milhões de pessoas foram às ruas.

Em vários pontos da cidade, havia mais foliões do que o espaço comportava.

Carmelitas interrompe cortejo pela primeira vez em 36 anos Em Santa Teresa, o tradicional bloco das Carmelitas encerrou o desfile mais cedo na última sexta-feira (13), pela primeira vez em 36 anos , diante da grande concentração de público nas ladeiras estreitas do bairro.

Em Laranjeiras, o bloco Laranjada precisou interromper o cortejo por alguns minutos para tentar dispersar a multidão.

Em nota, a organização afirmou ter sido surpreendida pelo público acima do esperado.

"Buscaremos junto a prefeitura, Riotur e órgãos competentes soluções e alternativas para o carnaval", disseram os organizadores em nota.

No Aterro do Flamengo, um dos principais pontos de concentração neste ano, 12 blocos oficiais desfilaram, além de cortejos espontâneos.